Iremar Bronzeado -VITÓRIA DA LIBERDADE
VITÓRIA DA LIBERDADE
Por Iremar Bronzeado


VITÓRIA DA LIBERDADE
Iremar Bronzeado

(Encontrei mais esse em meus arquivos. Foi publicado logo após o mentecapto plebiscito do desarmamento e agora atualizado pela obscena ameaça de sua repetição.)

A acachapante vitória do “não” contra a infame campanha nazi-fascista pelo desarmamento do livre cidadão deixou cristalinamente comprovado que:
1º) A grande mídia (destaque para a Rede Globo), os poderes legislativo, executivo e judiciário, as ongs do bom-mocismo dito politicamente correto e os artistas globais, que se aviltaram como garotos-propaganda do totalitarismo socialista, pontificam e laboram contra a vontade e os interesses do povo deste país. Com certeza teriam o mesmo ou pior destino se fossem submetidas a referendo outras estultices legisferantes da abominável dinastia fasci-social-democrata (FHC mais Lula), tais como o Código de Trânsito Brasileiro, ridiculamente draconiano, gatunamente tributante e asnaticamente ineficiente e inaplicável; a lei que instituiu a execrada CPMF; a que liberou a cobrança de taxas de serviços pela agiotagem bancária, e outras deste jaez, que nos colocaram no pódio da maior carga tributária e da mais elevada taxa de juros do universo, surrupiando ao brasileiro as últimas esperanças de desenvolvimento, paz e prosperidade.
2º) Apesar da canga de ignorância analfabética que lhe impõem as oligarquias dominantes, o povo brasileiro, com sua espontânea sabedoria, soube compreender que não há paz, nem igualdade, nem liberdade sem que o cidadão esteja preparado (inclusive com armas) para enfrentar os ardis e a truculência dos socialistas antiliberais ou de qualquer outra tirania que ameace sua liberdade. Apesar dos quase dez anos de propaganda enganosa da Rede Globo, requintadamente antidemocrática, porque sem contraditório (só foi dado espaço para os discordantes na propaganda gratuita da justiça eleitoral), deu para perceber que, por baixo da pele de mansos e pacíficos cordeiros estavam os lobos vorazes do totalitarismo socialista, que querem o povo desarmado para poder melhor escravizá-lo sob as algemas de um Estado forte, comandado pelas cúpulas corruptas e sanguinárias de partidos ditos proletários.
3º) O tal referendo não passava de um grande embuste, igual aos muitos postos em prática por tiranos e ditadores, que, depois de fazerem a cabeça do povo através de uma mídia dominada ou subserviente, fá-lo depois ratificar-lhes as vilanias através de cretinos plebiscitos de cartas marcadas. Pinochet ganhou um com 98% dos votos. Num dos últimos, promovido feito pelo facínora Sadam Hussein (pasmem!) 100% dos iraquianos aprovaram sua odiosa tirania. O liliputianos daqui quiseram fazer a mesma coisa. Promoveram a lavagem cerebral midiática, mas esqueceram de (ou não puderam) suprimir o pouco de liberdade que ainda nos resta. Bastou algumas horas televisivas de contraditório para que a verdade prevalecesse e as bandeiras da paz e dos direitos do cidadão fossem novamente hasteadas.
4º) Os valorosos combatentes da liberdade devem continuar sua luta sem tréguas pelo direito à vida e à busca da felicidade, revogando, através dos meios democráticos da argumentação racional e da pressão popular, essas leis absurdas e totalitárias, impostas à população pela corja social-democrata, até que o cidadão brasileiro conquiste o direito (como já o fizeram os das maiores democracias do mundo) de, sem qualquer restrição, adquirir e portar as armas que ele, e somente ele, achar necessárias à defesa de sua vida, de sua propriedade e da dignidade de sua família. Pelo resultado do referendo, é isso que o povo quer.

 

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