Iremar Bronzeado -STF: CRIME DE LESA-HUMANIDADE
STF: CRIME DE LESA-HUMANIDADE
Por Iremar Bronzeado


STF: CRIME DE LESA-HUMANIDADE
Iremar Bronzeado
            "Sustentabilidade" é um conceito criado pelas viúvas do muro de Berlim, na vã tentativa de construir um novo caminho para submeter o mundo ao seu tacão nazi-comunista; já que o dogma da luta de classes fracassou, tendo parido nada mais do que atraso, pobreza, raquitismo intelectual e barbáries. O termo comporta variadas conotações ambientais, sociais, produtivas, industriais, tudo nos filistinos limites do "politicamente correto". Todas, contudo, se reportam à continuidade da vida vegetal, animal e, acima de tudo, da vida humana, uma vez que, na ausência deste ser supremo da criação, os outros perderiam o sentido, e até a existência, pois não existiria o verbo existir para lhes conceder tal privilégio.
A continuidade é lei natural intrínseca a todos os seres viventes, tanto como indivíduos quanto como espécie; dos vegetais ao ser humano, todos lutam pela sua própria perpetuação. Para isso o Criador os proveu dos meios necessários à defesa de suas vidas: às plantas, espinhos, pelos urticantes, toxicidade; aos animais, garras, chifres, camuflagem; aos homens o egoísmo, a astúcia e as armas. Mas, os indivíduos só podem existir no seio de sua espécie; donde, a perpetuidade desta é condição imprescindível para a continuidade daqueles.
A continuidade sustentável das espécies se faz pela reprodução dos indivíduos, que, nos seres humanos e nos animais superiores se dá pelo intercurso sexual reprodutivo entre macho e fêmea. Ao ser humano, o único privilegiado com a consciência e a responsabilidade do livre-arbítrio, foi dado, para garantir sua adesão ao processo reprodutivo, a satisfação da atração visual, espiritual e estética do outro sexo,   bem como o supremo prazer do orgasmo. Assim, por inferência, é fácil perceber como o homossexualismo é um comportamento humano insustentável em relação ao homem e à humanidade, uma vez que, sendo totalmente estéril, não reproduz a vida, além de eliminar muitas delas, por ser o principal vetor de transmissão da mortífera e pandêmica AIDS, além de outras doenças sexuais incuráveis, degenerativas e esterilizantes. Sua generalização levaria impreterivelmente à extinção da espécie humana, a quem foi ordenado pelo Criador, e pela lei da natureza, a continuidade da vida, através da multiplicação e do crescimento, tanto em quantidade como em qualidade. Qualquer ação, pois, que incentive a prática do homossexualismo, seja através das afrontosas passeatas gay, seja através da exposição midiática da pederastia como algo normal e aceitável (v. programas e novelas da Rede Globo), seja através do consentimento legal à formação de casais por indivíduos do mesmo sexo, incorre necessariamente em crime de lesa-humanidade. Pois foi exatamente este o crime hediondo que injustificadamente cometeram (por incompetência ou má intenção?) os ínclitos ministros do nosso sedizente "Supremo" Tribunal Federal, a quem pagamos regiamente, não para bastardamente parir leis, que afrontem a ordem e a normalidade dos usos e costumes estabelecidos pela grande maioria, fomentem a violência e atentem contra a sobrevivência da própria sociedade, mas para dirimir, em última instância, litígios legais, que ameacem a paz e a tranquilidade dos cidadãos, bem como a continuidade de suas vidas e, por consequência, de sua espécie.
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