Página do Romeu - A Nova Paraí­ba
A Nova Paraí­ba
Por Romeu


A nossa querida Paraíba do Norte está vivendo uma nova fase da sua história. Na verdade sempre estivemos controlados pelo poder oligárquico. Podiam até parecer que se desentendiam, porém, seus interesses convergiam para o mesmo ponto, que era permanecer tudo como sempre esteve, para que seus interesses não fossem prejudicados.

Podemos, com um pouco de reflexão, constatar esse novo processo, exatamente com o que está acontecendo com a nossa belíssima Capital. Desde que foi instalada a nova maneira de administrar, tudo começou a se transformar e até o nosso querido Ponto de Cem Réis, voltou a sua beleza natural e histórica, sem aqueles buracos que tanto o descaracterizava.

Praças, avenidas, escolas, nova estrutura administrativa, visando mais realizações, mesmo com o pouco poder econômico que tanto nos caracterizou.

Pressente-se claramente, que existe uma perspectiva de ver, em amplitude, buscando o caminho condizente em ampliar as ações, em beneficio do todo, dentro de um plano social concreto. Não foi somente a visão que focava as áreas de maior destaque, como o centro da cidade e as praias. Todas as áreas onde podia ser feita uma obra bem mentalizada, foi e está sendo realizado algo de importante, como o espaço onde se localiza o belo educandário Luiz Augusto Crispim.

Esse mesmo processo, observado e vivido na nossa Capital, começa a ter uma perspectiva de ampliação com relação ao Estado como um todo. O resguardo está apenas na atenção que se deve ter em relação ao poder oligáquico, porque ele pode, simplesmente, perder o status que montou com tanta comtemporização e partidarismo subjetivo.

O que podemos constatar é que essa oligarquia não foi desfeita e continua com suas perspectivas de voltar ao poder. A própria imprensa que sempre se compás com o status tradicional, hoje dissimula sua historiciedade e, aos poucos, procura atingir uma meta que configura sua tradicionalidade e, assim, possa continuar usufruindo das benesses que sempre desfrutou. Disfarçadamente, ela vai procurando denegrir onde quer que possa buscar um tema da fácil abordagem.

Entendo que o nosso povo não está como nos tempos passados, porque compreende que vivemos uma nova fase. Quero crer que, certamente, chegaremos a um consenso de que é melhor termos o concreto do que, apenas, o prometido.

Se tivemos, recentemente, uma desistencia de candidatura, esse fato demonstra também, que o processo não está como habitualmente sempre esteve, porque, no caso, o desistente não tinha o hábito da vivência política tradicional. A ele importava a criatividade realizadora e não simplesmente o "conchavo" administrativo como estavamos habituados a conviver.

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