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Jogadores de Ilusões
Por Romeu



 Achei muito bonito o título que José Bezerra deu ao seu trabalho literário, representando o terceiro volume de uma trilogia que começou com "A Paixão, Segundo o Metrópole".
O lançamento de "Jogadores de Ilusões" foi um dos mais prestigiados que já frequentei. Todo o auditório da Casa de José Américo estava lotado, e alguns convidados tiveram que ficar de pé.
A apresentação musical, tendo como instrumentistas seu filho, o violinista Rucker, e Elpídio no violão, completou aquele clima de admiração, que, com certeza, todos devotam ao grande criador José Bezerra, uma pessôa que tem a arte como um el emento visceral de sua existência. A criatividade parece brotar de forma constante em seu dia-a-dia. Seja na música, na literatura e até na área de construção imobiliária, porque seu imóvel na praia de Acaú, tmabém foi completamente tomado pelo fator imaginativo.
"Jogadores de Ilusões" me envolveu do começo ao fim. Experimentei momentos de grande satisfação, porque a forma com que foi elaborada toda sequência narrativa, deixa-nos absorvidos no contexto escrito, como se, de fato, participássemos daquele momento revelado pelas palavras.
Há uma sequência de cativantes narrativas, que englobam todo significado da palavra escrita, desde a poesia até a revelação de concepções individuais com um significado coerente e preciso: " Se as coisas que desejava | Quase todas elas fiz : |Cantei com Ana Gouveia, | O que sempre muito quis; | Cantei com o Uirapuru, | No rítmo até me perdi; | Aboei em São José, |Me senti muito feliz, |Cantei tango na Arge ntina | E Asa Branca em Paris."
Bravo, Zé Bezerra, parabens por nos brindar, com tanta força e empenho, nesse campo que tanto admiramos.

 

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