LÁ SE VAI CAMINHANDO A HUMANIDADE
José Renato Uchoa
Para além de qualquer sentimento de vingança... Quando os filhos são dos outros, a história da humanidade não evoluiu um vintém. As matanças são normais, banalizadas de acordo com os interesses de quem controla a riqueza. A mídia também. De qualquer forma, justificadas ao som da reza. Pacote fechado no balcão de negócios são bombas e tiros para todos. Princípio “democrático” na área da guerra utilizada pelos camelôs das armas. Vendem bilhões nas invasões dos países alheios.
É corpo para todos os lados. A violência atinge o ápice da barbárie. As reações contrapostas não poderiam ser diferentes. Um país invadido, ocupado por outro opressor, que usa a força bruta, o terror como arma na prática de genocídios, caso recente de Israel, massacre do Povo Palestino, não consegue dominar eternamente. Cedo ou tarde, a reação é brutal. Daqueles que se sentem humilhados. É inexorável, mais cedo ou mais tarde, o mundo Árabe, muçulmano, outros, quebrarão a prepotência dos Sionistas, que perpassa décadas de humilhação ao Povo Palestino.
Na regressão do processo de civilização, ao que parece em grande parte dos países, a selvageria não é privilégio de uma nação. Pelo contrário, é de todas e de todos. Apenas um exemplo, de onde governa Macron, o bobo da corte americana. A ação da França na Argélia, (1955-1962), com destaque para os anos 1957/1958, os generais Jacques Massu o carrasco de Argel, comandante dos paraquedistas, e Paul Aussaresses, o encarregado da institucionalização da tortura por lá, devem ter confessado no inferno mais de 10 mil degolas (1,5 milhão de argelinos mortos).
Afirmou certa vez a uma jornalista que o ditador Figueiredo do Brasil, avô do Paulo Figuereido, que faz dupla com o filho do ladrão de Joias, dois abestalhados nos EUA, era o chefe dos esquadrões da morte. Para o registro na história, Paul Aussaresses ensinou aos militares brasileiros a Arte da Tortura (o savoir-faire). Contribuiu tanto na Argélia como aqui na implantação e consolidação de um dos crimes mais cruéis sobre um ser humano. Quando o corte e exposição macabra de cabeças; não difere do golpe das Volantes nos seguidores do Capitão Virgulino (Lampião); ou nos de Zumbi dos Palmares.
A carne do pescoço é a mesma para a espada ou o facão das camadas dominantes. Existem milhares de almas sem cabeça no nordeste de Padim Ciço. No país inteiro. Índios, brancos pobres, negros, mulheres, uma legião de deserdados, decapitados de várias formas. Do Sertão as Favelas, a gosto das elites de plantão. Perverso, preservado, que corre no sangue da história da humanidade. Intacto. Conservado.
A pena de morte, aplicada aos diversos crimes, nas diversas modalidades de Assassinatos Institucionais, nos diversos países que a adotam, é prova de que a sociedade mantém a barbárie, quando se iguala ao criminoso. Uma investigação rigorosa dos governadores fascistas de Minas, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande, Rio de Janeiro..., todos porcos fascista bolsonaristas, apoiam o Genocídio praticado por Israel, e as matanças no Brasil, desde que sejam nas Favelas, principalmente. Todas as formas de genocídios praticados pelas potências capitalistas, principalmente aos povos do mundo inteiro, particularmente os bombardeios criminosos sobre os povos do Oriente Médio. O que tá acontecendo na Palestina é um genocídio brutal, e Macron tem o sangue dos colonialistas franceses, é só fazer o DNA. Deplorável, desumano o apoio dado a Benjamin, o Açougueiro da Faixa de Gaza. Não há como negar, se esses governadores fascistas cruzassem com Lampião, perderiam as cabeças. O Porco fascista da foto, abriu o caminho combinado, planejado, para criar uma crise no país, com ações de matanças em Favelas, Comunidades Periféricas, inclusive um ataque violento ao MST, para colocar em movimento milhões de fascistas armados até nos dentes nas ruas e avenidas do Brasil. O governo popular dorme como um neném. Os analistas do poder central, todos eles se balançando em redes Sol a Sol, as mais caras e macias. Por fim, uma pesquisa qualitativamente real, na conjuntura evangélica, cristã de meia tigela, que caracteriza uma histeria coletiva, em direção ao pescoço errado. Quem não gostaria de ter como motorista o trambiqueiro Queiroz, administrador das falcatruas da família Bolsonaro? Quem não gostaria de ensinar ao juiz fascista Moro, ministro da justiça do governo da pólvora, após ser conduzido debaixo da vara, o povo gritando na rua traidor do país, ministrar aulas sobre direito constitucional, com lanches regados a cipó de tamarindo? Quem não gostaria de passar um final de semana, com um chicote de rabo do boi, com os garotos perversos, truculentos do preconceito e exclusão, defensores da tortura, criados como bichos, pelo pai Bolsonaro? Quem não gostaria de matar o estuprador? Quem não gostaria de tirar o couro do assassino do filho? Quem não gostaria de rachar a cabeça do matador da mulher? Quem não gostaria de aplicar 40 chibatadas no espinhaço do namorado ou marido traidor? Quem não gostaria de hospedar o golpista Temer, no chiqueiro de porco, no fundo do quintal, pelo mesmo período que desgovernou o país , após o Golpe? Parabéns! Para você que pensa assim. É o lado perverso preservado, que corre intacto no sangue da história da humanidade, nas veias da camada dominante, de todas as épocas. A pena de morte, aplicada aos diversos crimes, nas diversas modalidades de assassinatos institucionais, nos diversos países que a adotam, é prova de que a sociedade mantém a barbárie, igualando-se ao criminoso. Contra todas as formas de genocídio, contra até a morte natural.
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