Acredito que impossível não será, mas conscientizar o povo para compreender que a política é arte e ciência em busca do bem comum será um aprendizado de longo e médio prazo. Somos vítimas de uma dialética do domínio medieval, ainda baseada na literatura da “Casa Grande e Senzala”. Isso não se aplica apenas aos leigos, mas também a uma elite branca que, até hoje, se arraiga na doutrina do servilismo escravocrata. O tempo urge, portanto, temos que conscientizar as massas que se perderam nas idiossincrasias do imediatismo fisiológico político.
Caldas
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