
Lá... vem. Lá se vai à marcha da família, que não sente frio e fome. Não ajuda ninguém. Maior parte deles responde ao pedinte, com fome e sede, vai trabalhar vagabundo. Bandido bom é bandido morto. Não existe desconto, a não ser para os deles. Enterrado de cabeça para baixo, de preferência. Depois o cara volta. Passa a carteira Mané. É a educação da navalha, o corte profundo da raiva e revolta pelos séculos de exploração, de exclusão e miséria.
Tem um tanto disso na violência, queiramos ou não. E muito mais dos inquilinos dos palácios. Quando não queimam os índios e mendigos, ou torturam e matam os animais indefesos; os filhos bem “educados”, que passeiam nos carros de luxo nas ruas e avenidas do Brasil a 150 km/h, alimentam os morros, vielas, casas de luxo no comércio “solidário das drogas”.
Criticam as boas Universidades públicas, não menos de um milhão por cabeça oca para estudar medicina... de graça. São contra a Bolsa-Família, contra todas as políticas públicas que tiraram milhões da miséria. Esses caras estudam nas melhores Universidades do país, e o efeito é contrário, ficam cada vez mais analfabetos. E acham graça com o beiço de fora igual a um burro no apoio ao governo golpista do ladrão e assassino Bolsonaro, agora curtindo na Papudinha.
A favor da pena de morte, do trucidamento das camadas oprimidas. Amarrar o cara no poste é chique, não precisam mais do psicanalista para trabalhar o mundo obscuro, preconceituoso, tenebroso e raivoso. Arrotam calúnias no almoço e no jantar, regado a vinho francês. Férias na Europa, nos Estados Unidos, onde possam aprender imitar as camadas dominantes de lá.
E acreditam. Mimados, criados para ter criados, Fazer tudo. Não respeitam ninguém. Não de menos os professores. Eis um elemento fundamental da destruição da família. Por ela própria. Educam os filhos como reis, para ocupar os cargos de mando, por acreditarem que é a elite predestinada por Deus, que tem a posse do saber e do estado. E tem. O resto é que pinote. A polícia vem aí.
Às camadas subalternas, nenhum direito para elas. O chicote, o tronco e a senzala, ao invés das Universidades Públicas. É contra qualquer programa, políticas públicas de inclusão, Bolsa Família, PROUNI, Mais Médicos, Cotas... A favor daquelas do PIB destinadas para o ócio dos exploradores. No carnaval que se aproxima vão desfilar com a camisa do ladrão de joias Bolsonaro. Que a natureza os ensine, que mais raios os partam.
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