
Na terra virgem, de alma pura e forte,
Onde o urucum a face rubra tinge,
Um amor ancestral, que o tempo atinge,
Vence o olvido e desafia a sorte.
O sopro de Tupã, que é vida e norte,
No maracá sagrado se restringe,
A força dos avós, que a alma cinge,
Livra o originário da vil morte.
Pela cor do jenipapo e o chão amado,
Onde o afeto é genuíno e profundo,
Brota a esperança em cada novo dia.
E o legado por séculos guardado,
No seio desta mata, fim do mundo,
Ressurge em luz, em paz e em harmonia.
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