Cavaleiro da Esperança
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Das larguras do tempo

Por: Aurélio Aquino | 20/05/2026

 Completo meu 3.500* poema, jornada verbal do que sinto, vivo e consinto. Das palavras postas em riste, quando riso, quando tristes. O verbo é só a semente de tentar construir o que se sente


 Teço a vida

como alegoria

dos futuros que intrometo

pelos dias

 

o tempo

é só detalhe

dos favores do espaço

em que se cabe

 

o presente é só uma nesga

entre o futuro e o passado

que a gente enche de tudo

nas larguras em que se cabe.


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