
Estado mínimo para a grande maioria da população e máximo para uma pequena elite, cada vez menor e mais rica! E a extrema direita se incumbe, no âmbito da política partidária, de buscar mecanismos que assegurem esse estado mínimo. Toda vez que a pauta é economia, a Globo e a quase totalidade dos veículos de comunicação da grande mídia, chama um economista neoliberal, o qual dirá que o problema da dívida interna do país só se resolve com o fim de direitos sociais como 13° salário, 1/3 de férias, licença maternidade, BPC, Bolsa-família, etc. Mas jamais mencionam as isenções fiscais dadas a potentados da economia, que superam a soma de todos esses direitos/benefícios mencionados. Ninguém fala dos mais de 400 bilhões de reais do Plano Safra, com juros subsidiados pelo governo e que beneficia exclusivamente os mega produtores do Agro, cuja produção destina-se ao mercado externo e que ajuda esses barões a ficarem cada vez mais ricos. Ou seja, as reformas trabalhistas e previdenciárias propostas pela direita (e de forma raivosa pela extrema direita) propõem solucionar as crises econômicas aumentando as crises sociais. E país nenhum se desenvolverá enquanto não equacionar essa questão. Desenvolvimento é crescimento com a inclusão de todos na economia. Mas e daí? Daí que precisamos estar atentos neste ano de eleições. O candidato da direitosa já disse que pensa em convidar Paulo Guedes para o ministério da economia. O mesmo que foi ministro do falecido seu pai e que queria transformar o bolsa-família em auxílio provisório no valor de 200 reais. Só não o fizeram porque o Congresso contrapropôs 500 reais e, para não ficar feio, o governo fechou em 600. Mas é isso, meus amigos: o Rachadinha diz e repete que vai reeditar o desgoverno de seu pai! Só que para isso acontecer, você terá que votar nele. E é claro que você não vai, né?
Todos os campos são obrigatórios - O e-mail não será exibido em seu comentário